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Olho de Hórus

Esta imagem é o Olho Direito de Hórus. Representa o hemisfério esquerdo cerebral e as atividades lógicas por ele coordenadas. Está associado ao conhecimento, da maneira como o entendemos; assume o raciocínio, os processos lógicos. Complementarmente, o Olho Esquerdo de Hórus representa o Hemisfério Direito e os processos analógicos de nossa experiência humana e os processo não mentais de experimentação da realidade. Trata-se de uma escola não tradicional cuja abordagem é transmental.

 

 

 

Esta é a representação em uma escala real das estrelas tetraédricas que estão presentes em todo ser vivo, e aqui em torno de uma forma humana. Estas formas estão associadas a toda a vida. Aqui, em torno do corpo humano, este padrão de energias encontra-se adormecido por desuso. Apesar de estar relacionado com todas as manifestações de vida e existir por claro principio primordial, encontra-se em estado latente, como estrutura vivitiva somente. Com o aprendizado da respiração Merkaba, vivificamos esta forma e aprendemos a dinamizá-la para, que saindo de seu estado latente, entre em processo dinâmico transformando-se no Merkaba como realmente o conhecemos.

 

 

Em estado dinâmico o Merkaba assemelha-se a uma galáxia. Na verdade, a galáxia é um Merkaba do mesmo modo que todas as formas viventes. Temos que considerar dentro desta perspectiva a "vida" dentro de um outro aspecto. Os dois tetraedros desaparecem à visão pelo fato de estarem em altíssima velocidade. Os discos voadores como são conhecidos assumem também, em sua maioria, este formato.

 

A escola da Flor da Vida é uma escola tradicional, como as antigas escolas de mistérios da antiguidade que perpetuam o conhecimento ancestral. Conhecimento este transmitido de acordo com os ensinamentos de Drunvalo Melchizedek.
Apesar de ser um conhecimento universal, esta escola específica tem suas raízes no antigo Egito, sendo uma codificação dos conhecimentos iniciáticos da 18º dinastia, a dinastia de Akhenaton.

 

Trata-se de um deus cordato, sábio, assistente e secretário-arquivista dos deuses. Divindade à qual era atribuída a revelação ao homem de quase todas as disciplinas intelectuais: a escrita, a aritmética, as ciências em geral e a magia. Era o deus-escriba e o deus letrado por excelência. Foi o inventor da escrita hieroglífica e era o escriba dos deuses; senhor da sabedoria e da magia. O que faz dele o patrono dos escribas que lhe endereçam uma prece antes de escrever: "Mestre das palavras divinas". Preside a medida do tempo: o disco na cabeça é a lua, cujas fases ritmam os dias e as noites. Representado como uma íbis, ou um homem com cabeça de íbis, ou ainda um babuíno. De acordo com Drunvalo, na Atlântida o nome deste ser era Chiquitet Vomelitz.

 

 

Assim como o profeta Ezequiel representado ao lado, muitos são os profetas e grandes personalidades da historia que recebiam do céu visitas, que, segundo os antigos escritos eram amparadas por "carruagens de fogo" ou algum outro veículo. Na Índia antiga, em diversas passagens do Mahabharata e mesmo dos Upanishads, lê-se trechos relatando a vinda de deuses através de gloriosos Vimanas ( como era conhecido os Merkabas em sânscrito). Segundo estes escritos antigos, estes veículos celestes eram usados pelos deuses quando de sua necessidade de visitação a Terra (na verdade a esta dimensão ou loka, como é conhecido em sânscrito).

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